A paciência é uma virtude que exige muita paciência para ser conquistada.
Além dos chatos que são excelentes para nos iniciar na arte da paciência, existem outras boas possibilidades:
Fila de banco;
Fila de supermercado;
Fila para marcar consulta médica no sistema público;
Fila para conseguir se inscrever em emprego.
E tudo mais que começa com fila de ou fila para.
Para aprofundar o aprendizado, numa espécie de graduação em paciência, existe a opção de ouvir comentários e narrações esportivas de alguns profissionais da televisão: o zangadiço (ex) ex-jogador Neto da Rede Bandeirantes de televisão é excelente opção!
Uma boa opção de mestrado em paciência é o guia eleitoral. Na verdade é uma opção duplamente interessante: primeiro você tem que esperar, pois acontece a cada dois anos (bem que podia ser a cada quatro), depois você é “premiado” com um monte de bobagens sem tamanho, promessas que nunca serão cumpridas e afirmações de honestidade que o Congresso Nacional está ai para desmentir.
Para fazer um doutorado em paciência uma opção quase imbatível é assistir, em vídeo porque ao vivo ele não aguenta mais, os discursos de Fidel Castro que duravam de cinco a sete horas, seguidas!
Claro que tais opções não esgotam as inúmeras outras possibilidades de exercitar a paciência. É só ter paciência e escolher a mais adequada!
domingo, 30 de agosto de 2009
sábado, 29 de agosto de 2009
Humildade
A vaidade, tão qual um lobo vestido com pele de carneiro, costuma se apresentar vestida com as roupas da humildade.
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pensamentos
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Não consegui me aproximar, mas quem perdeu foi ela!
Esperava somente um breve olhar que fosse para me aproximar da sua mesa, mas, conversando animadamente com uma amiga, ela simplesmente me ignorava. A investida, que já não era fácil, ficou mais complicada com a chegada de dois concorrentes com a mesma intenção de chegar até ela!
Percebendo que eu não conseguia sucesso na aproximação, eles não perderam tempo e partiram ofensivamente para o ataque: acenos, sorrisos, pigarros - tipo o bichinho da tosse pegou você - e até o velho e surrado psiu apareceu no arsenal de artifícios usados. Nada dava certo!
Naquela altura, já pensando na possibilidade, eu lembrava uma antiga música de Roberto Carlos onde ele, de tanto ser ignorado, dizia que ia terminar ficando nu para chamar a atenção da amada. Música que Andreia Dias também gravou. No entanto, resolvi não radicalizar. Desisti dela partindo imediatamente para outra. Meus concorrentes fizeram o mesmo.
No fim que perdeu foi ela, ou melhor, elas! Elas?
Pensou que estávamos em um barzinho tentando chegar junto de uma moça bonita? Embora qualquer semelhança não seja mera coincidência o cenário era outro!
Estávamos no setor de recepção onde a moça, que deveria receber bem as pessoas que se dirigiam àquela empresa, olimpicamente nos ignorava. Lamentável... Para ela - funcionária - e para a outra ela: a empresa.
São pessoas que dão vida às empresas e passam a ter como sobrenome o próprio nome das instituições em que prestam serviços - às vezes até antecedido pelo cargo que exerce. Dou alguns exemplos: Maurício Prado é Maurício, Coordenador de Projetos da Petrobras, Luis Roberto é Roberto, Gerente Geral da Capitalize, Santana Neto é Neto, Gerente Geral da Casebrás, Milena Mélo é Milena, Redatora da Seguradora Porto Seguro, Cacá Martins é Cacá, Diretor da TV Tambaú... Aposto com você também conhece muita gente dessa forma.
Por ter seus nomes estreitamente associados entre si, as ações das pessoas refletem de forma positiva ou negativa não apenas na imagem e nas finanças das empresas, mas também na sua própria imagem e no seu nível de empregabilidade. Isso tudo na verdade não é exatamente uma novidade, porém ainda existem várias empresas onde determinadas posturas e ações dos seus funcionários nos empurram para os braços, ou instalações, das outras.
Na vida particular, no mundo das relações interpessoais, também não é muito diferente, muda apenas o palco, a história é a mesma. Deixamos de dar às pessoas a atenção que queremos delas. Interrompemos suas falas sem ao menos utilizar, para amenizar a má educação, o triste bordão de Jô Soares: não querendo interromper, mas já interrompendo. Não damos retorno a uma solicitação. Deixamos de atender a alguns convites apenas porque “não estamos a fim de ir” e muitas vezes não damos espaço para suas manifestações. Com tais atitudes, as vezes sem notar, afastamos as pessoas. Mesmo que elas continuem fisicamente perto.
Tão bom para as empresas quanto para nós é perceber isso enquanto ainda é tempo de mudar.
Percebendo que eu não conseguia sucesso na aproximação, eles não perderam tempo e partiram ofensivamente para o ataque: acenos, sorrisos, pigarros - tipo o bichinho da tosse pegou você - e até o velho e surrado psiu apareceu no arsenal de artifícios usados. Nada dava certo!
Naquela altura, já pensando na possibilidade, eu lembrava uma antiga música de Roberto Carlos onde ele, de tanto ser ignorado, dizia que ia terminar ficando nu para chamar a atenção da amada. Música que Andreia Dias também gravou. No entanto, resolvi não radicalizar. Desisti dela partindo imediatamente para outra. Meus concorrentes fizeram o mesmo.
No fim que perdeu foi ela, ou melhor, elas! Elas?
Pensou que estávamos em um barzinho tentando chegar junto de uma moça bonita? Embora qualquer semelhança não seja mera coincidência o cenário era outro!
Estávamos no setor de recepção onde a moça, que deveria receber bem as pessoas que se dirigiam àquela empresa, olimpicamente nos ignorava. Lamentável... Para ela - funcionária - e para a outra ela: a empresa.São pessoas que dão vida às empresas e passam a ter como sobrenome o próprio nome das instituições em que prestam serviços - às vezes até antecedido pelo cargo que exerce. Dou alguns exemplos: Maurício Prado é Maurício, Coordenador de Projetos da Petrobras, Luis Roberto é Roberto, Gerente Geral da Capitalize, Santana Neto é Neto, Gerente Geral da Casebrás, Milena Mélo é Milena, Redatora da Seguradora Porto Seguro, Cacá Martins é Cacá, Diretor da TV Tambaú... Aposto com você também conhece muita gente dessa forma.
Por ter seus nomes estreitamente associados entre si, as ações das pessoas refletem de forma positiva ou negativa não apenas na imagem e nas finanças das empresas, mas também na sua própria imagem e no seu nível de empregabilidade. Isso tudo na verdade não é exatamente uma novidade, porém ainda existem várias empresas onde determinadas posturas e ações dos seus funcionários nos empurram para os braços, ou instalações, das outras.
Na vida particular, no mundo das relações interpessoais, também não é muito diferente, muda apenas o palco, a história é a mesma. Deixamos de dar às pessoas a atenção que queremos delas. Interrompemos suas falas sem ao menos utilizar, para amenizar a má educação, o triste bordão de Jô Soares: não querendo interromper, mas já interrompendo. Não damos retorno a uma solicitação. Deixamos de atender a alguns convites apenas porque “não estamos a fim de ir” e muitas vezes não damos espaço para suas manifestações. Com tais atitudes, as vezes sem notar, afastamos as pessoas. Mesmo que elas continuem fisicamente perto.
Tão bom para as empresas quanto para nós é perceber isso enquanto ainda é tempo de mudar.
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comportamento
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
A cobra que parou o trânsito!
A viagem seguia tranquila apesar da necessidade de evitar alguns buracos na estrada que liga Cajazeiras a São João do Rio do Peixe. O clima quente do sertão paraibano não era sentido graças ao ar condicionado, que mantinha a temperatura no interior do veículo sempre agradável. Alias, começo a dar razão a Clóvis Nunes, renomado pesquisador de fenômenos paranormais e Coordenador Nacional do Movimento Internacional pela Paz e Não-Violência - MOVPAZ, que afirma ser o ar condicionado para carros uma das maiores invenções do homem moderno.
O objetivo da viagem era participar do lançamento da Pedra Fundamental de um novo Templo Maçônico jurisdicionado ao GOEPB em João do Rio do Peixe e logo em seguida retornar para inaugurar outro Templo Maçônico na cidade de Marizópolis. Além do Grão-Mestre do Grande Oriente Estadual da Paraíba, Aderaldo Pereira de Oliveira, faziam parte da comitiva: Newton Figueiredo, Delegado da 5ª Circunscrição do GOEPB, José Airton e Agostinho Neto, proprietário e condutor da camionete que nos levava. Não estávamos atrasados, mas o tempo era curto e ainda iríamos, Aderaldo e eu, retornar para João Pessoa, distante cerca de 500 km.
No carro a conversa girava em torno de realizações, da vontade de fazer, da possibilidade de uma pessoa sensibilizar outras com suas atitudes em favor de algo importante. E o tempo corria...
Corria, mas não impediu que Neto freasse repentinamente o carro - parando meio no asfalto, meio do acostamento - ao ver um caminhão que vinha no sentido contrário. Fiquei um pouco surpreso porque o caminhão vinha em sua faixa, em baixa velocidade e aparentemente não oferecia qualquer tipo de perigo. Abrindo a porta e acenando freneticamente para o motorista do caminhão ele revelou o motivo da parada intempestiva: uma cobra! O que pensávamos ser um galho de árvore meio amarelado caído no asfalto, era na verdade uma cobra que atravessava lentamente a estrada. Neto queria salvá-la da morte certa por atropelamento.
Meio confuso o motorista do caminhão perguntava:
- É para passar por cima?
- Não, não! É para você parar que vou tirá-la de lá.
E saiu procurando, ai sim, um verdadeiro galho de árvore para afastar a cobra. A dita cuja, sem saber das verdadeiras intenções das investidas, tentava se defender das “cutucadas” atacando seu salvador.
O trânsito ficou parado nas duas faixas, a camionete parcialmente parada na pista dificultava a passagem na direção que trafegávamos. Ao nosso lado um senhor numa moto, pensando o óbvio, perguntava ao motorista de um carro parado em sentido contrário ao nosso: foi acidente?
Não, não foi acidente. Foi uma resposta clara para o que conversávamos!
Quando queremos algo, quando existe de fato a decisão de realizar, simplesmente tomamos uma atitude. Saímos do plano das idéias para o plano das realizações por meio de ações concretas, com foco na meta traçada. O planejamento, a idéia, é a base de tudo, afinal tudo que existe, existe primeiro no campo das idéias, mas apenas desejar não é suficiente!
Quantas idéias brilhantes, quantos projetos bem elaborados não saem do plano da imaginação? Muitos! Pelo menos comigo, isso acontece. Não raro isso acontece por dois motivos: (1) não observamos uma regra muito simples e conhecida de muitos: a regra 90/10 e (2) não atentamos para uma lição dada George C. Marshall, General do Exército e Secretário de Estado dos EUA, famoso por ser autor do Plano Marshall, de ajuda à reconstrução da Europa devastada após a guerra de 1939-1945: “Os pequenos atos que se executam são melhores que grandes atos que apenas se planejam”.
Do pensamento à ação concreta (salvar a cobra) Neto não levou mais que poucos segundos: pensou, buscou os meios - no caso um simples galho - foi lá e salvou a cobra!
Atitude de quem quer fazer. Simples assim!
O objetivo da viagem era participar do lançamento da Pedra Fundamental de um novo Templo Maçônico jurisdicionado ao GOEPB em João do Rio do Peixe e logo em seguida retornar para inaugurar outro Templo Maçônico na cidade de Marizópolis. Além do Grão-Mestre do Grande Oriente Estadual da Paraíba, Aderaldo Pereira de Oliveira, faziam parte da comitiva: Newton Figueiredo, Delegado da 5ª Circunscrição do GOEPB, José Airton e Agostinho Neto, proprietário e condutor da camionete que nos levava. Não estávamos atrasados, mas o tempo era curto e ainda iríamos, Aderaldo e eu, retornar para João Pessoa, distante cerca de 500 km.
No carro a conversa girava em torno de realizações, da vontade de fazer, da possibilidade de uma pessoa sensibilizar outras com suas atitudes em favor de algo importante. E o tempo corria...
Corria, mas não impediu que Neto freasse repentinamente o carro - parando meio no asfalto, meio do acostamento - ao ver um caminhão que vinha no sentido contrário. Fiquei um pouco surpreso porque o caminhão vinha em sua faixa, em baixa velocidade e aparentemente não oferecia qualquer tipo de perigo. Abrindo a porta e acenando freneticamente para o motorista do caminhão ele revelou o motivo da parada intempestiva: uma cobra! O que pensávamos ser um galho de árvore meio amarelado caído no asfalto, era na verdade uma cobra que atravessava lentamente a estrada. Neto queria salvá-la da morte certa por atropelamento.
Meio confuso o motorista do caminhão perguntava:
- É para passar por cima?
- Não, não! É para você parar que vou tirá-la de lá.
E saiu procurando, ai sim, um verdadeiro galho de árvore para afastar a cobra. A dita cuja, sem saber das verdadeiras intenções das investidas, tentava se defender das “cutucadas” atacando seu salvador.
O trânsito ficou parado nas duas faixas, a camionete parcialmente parada na pista dificultava a passagem na direção que trafegávamos. Ao nosso lado um senhor numa moto, pensando o óbvio, perguntava ao motorista de um carro parado em sentido contrário ao nosso: foi acidente?
Não, não foi acidente. Foi uma resposta clara para o que conversávamos!
Quando queremos algo, quando existe de fato a decisão de realizar, simplesmente tomamos uma atitude. Saímos do plano das idéias para o plano das realizações por meio de ações concretas, com foco na meta traçada. O planejamento, a idéia, é a base de tudo, afinal tudo que existe, existe primeiro no campo das idéias, mas apenas desejar não é suficiente!
Quantas idéias brilhantes, quantos projetos bem elaborados não saem do plano da imaginação? Muitos! Pelo menos comigo, isso acontece. Não raro isso acontece por dois motivos: (1) não observamos uma regra muito simples e conhecida de muitos: a regra 90/10 e (2) não atentamos para uma lição dada George C. Marshall, General do Exército e Secretário de Estado dos EUA, famoso por ser autor do Plano Marshall, de ajuda à reconstrução da Europa devastada após a guerra de 1939-1945: “Os pequenos atos que se executam são melhores que grandes atos que apenas se planejam”.
Do pensamento à ação concreta (salvar a cobra) Neto não levou mais que poucos segundos: pensou, buscou os meios - no caso um simples galho - foi lá e salvou a cobra!
Atitude de quem quer fazer. Simples assim!
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atitude
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Dores bem vividas não deixam feridas profundas.

Passou... Não resta mais qualquer resquício de dor, ocasionalmente, só a lembrança da dor. Lembrança que vem de forma suave, sem peso nem desespero! Apenas para lembrar que os momentos críticos foram superados com sobras e ganhos.
Sobras porque as dores foram vivenciadas por inteiro, no tempo certo, quando precisavam ser sentidas e curtidas; também porque não foram apenas superadas, pois se assim fosse poderiam voltar, foram extintas pela exaustão do seu sentimento.
Ganhos porque apesar dos pesares a dor, como experiência pessoal e intransferível, fortalece a alma tornado-a mais independente e melhor preparada. Não apenas para enfrentar as vicissitudes da vida, mas principalmente para viver a vida.
Dores bem vividas não deixam feridas profundas, apenas leves cicatrizes para lembrar o que realmente é importante.
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reflexão
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
É verdade que isso é verdade?
Isso ocorre tanto no campo pessoal quanto no profissional:
Uma verdade precisa ser dita de várias formas e vezes para ser compreendida e aceita como tal. A forma e a quantidade de vezes que ela precisa ser repetida têm a ver com nossa maturidade em compreender que a realidade, que na maior parte do tempo rege nossa vida, pode ter pouco ou nada a ver com a verdade. Complicado? Vamos simplificar...
Realidade é a forma como enxergo as coisas, verdade é o que ela é. Apesar do que enxergo!
Oportunidades, e até amizades, são desperdiçadas porque insistimos em não compreender ou aceitar que ponto de vista nada mais é que a vista de um determinado ponto; e que a soma das diversas realidades podem nos deixar mais próximos daquilo que verdadeiramente buscamos.
Nossa realidade vai se transformando à medida que adquirimos novos conhecimentos e madureza. São essas transformações que nos aproximam da verdade e permitem aproveitar melhor nosso tempo e as oportunidades de crescer pessoal e profissionalmente.
Uma verdade precisa ser dita de várias formas e vezes para ser compreendida e aceita como tal. A forma e a quantidade de vezes que ela precisa ser repetida têm a ver com nossa maturidade em compreender que a realidade, que na maior parte do tempo rege nossa vida, pode ter pouco ou nada a ver com a verdade. Complicado? Vamos simplificar...
Realidade é a forma como enxergo as coisas, verdade é o que ela é. Apesar do que enxergo!
Oportunidades, e até amizades, são desperdiçadas porque insistimos em não compreender ou aceitar que ponto de vista nada mais é que a vista de um determinado ponto; e que a soma das diversas realidades podem nos deixar mais próximos daquilo que verdadeiramente buscamos.
Nossa realidade vai se transformando à medida que adquirimos novos conhecimentos e madureza. São essas transformações que nos aproximam da verdade e permitem aproveitar melhor nosso tempo e as oportunidades de crescer pessoal e profissionalmente.
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verdade
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Simples assim?
Conseguir fazer o complicado parecer simples é difícil e exige trabalho! O inverso não é verdadeiro...
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comportamento
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
O lado pouco visível do egoísmo.
Quem nunca - numa ocasião pelo menos, vai confessa! - sonhou em ganhar numa mega sena, quina, dupla sena, instantânea, lotogol, timemania, lotomania, federal, loteca, lotofácil (ufa!) e outras apostas do gênero, mesmo que tenha sido amparado com o argumento altruísta de que seria principalmente para fazer o bem?
Aconteceu comigo...
A reunião estava preste a começar, enquanto se acertava os últimos detalhes eu conversava com minha irmã e o assunto era o que fazer se ganhássemos na quina, que na época pagava prêmios idênticos aos da atual mega sena.
Ela dizia:
- Se eu ganhar vou construir escolas, creches e ajudar hospitais.
Eu completava...
- Se ganhar eu vou comprar um fazenda bem grande para abrigar numa ala as crianças e noutra os idosos que não possuem um lugar para morar e nem sempre o que comer.
Para não me alongar, a conversa se alongava nesse sentido: ela dizia que ia fazer uma boa ação e eu de imediato outra. De parte a parte as ações eram cada vez maiores e mais abrangentes!
Foi quando ganhamos, de graça, o ensinamento precioso de Daniel, um nobre amigo que atualmente mora na distante Argélia, país da África do Norte, que interveio dizendo: “O egoísmo é algo tão enraizado, e por tantas vezes imperceptível, que até para fazer o bem nós disputamos para ver quem faz mais”. Uma intervenção precisa e oportuna!
• Quantas vezes não percebemos que até a decisão de ficarmos sozinhos pode ser um ato egoísta?
• Quantas vezes deixamos de estar ao lado de alguém que precisa por vezes apenas da nossa presença para se sentir melhor?
• Quantas vezes, sabendo que temos condições para tal, deixamos de opinar em algo pode melhorar a vida das pessoas?
• Quantas vezes, seja no trabalho ou em instituições que participamos, “escondemos o jogo” para não correr o risco de manter o status quo?
• Quantas vezes deixamos de dá oportunidades ou só damos se, de alguma forma, isso nos favorece?
É amigo Daniel, foi uma lição importante que recebi há aproximadamente trinta anos e ficou marcada. Embora com amplas dificuldades, porque o egoísmo é tão egoísta que insiste em ficar, estou tentando, não é fácil, mas estou tentando!
Uma dúvida que me veio ao revisar estes escritos: será que a CEF (vide primeiro parágrafo) está sendo egoísta monopolizando os jogos de apostas?
Aconteceu comigo...
A reunião estava preste a começar, enquanto se acertava os últimos detalhes eu conversava com minha irmã e o assunto era o que fazer se ganhássemos na quina, que na época pagava prêmios idênticos aos da atual mega sena.
Ela dizia:
- Se eu ganhar vou construir escolas, creches e ajudar hospitais.
Eu completava...
- Se ganhar eu vou comprar um fazenda bem grande para abrigar numa ala as crianças e noutra os idosos que não possuem um lugar para morar e nem sempre o que comer.
Para não me alongar, a conversa se alongava nesse sentido: ela dizia que ia fazer uma boa ação e eu de imediato outra. De parte a parte as ações eram cada vez maiores e mais abrangentes!
Foi quando ganhamos, de graça, o ensinamento precioso de Daniel, um nobre amigo que atualmente mora na distante Argélia, país da África do Norte, que interveio dizendo: “O egoísmo é algo tão enraizado, e por tantas vezes imperceptível, que até para fazer o bem nós disputamos para ver quem faz mais”. Uma intervenção precisa e oportuna!
• Quantas vezes não percebemos que até a decisão de ficarmos sozinhos pode ser um ato egoísta?
• Quantas vezes deixamos de estar ao lado de alguém que precisa por vezes apenas da nossa presença para se sentir melhor?
• Quantas vezes, sabendo que temos condições para tal, deixamos de opinar em algo pode melhorar a vida das pessoas?
• Quantas vezes, seja no trabalho ou em instituições que participamos, “escondemos o jogo” para não correr o risco de manter o status quo?
• Quantas vezes deixamos de dá oportunidades ou só damos se, de alguma forma, isso nos favorece?
É amigo Daniel, foi uma lição importante que recebi há aproximadamente trinta anos e ficou marcada. Embora com amplas dificuldades, porque o egoísmo é tão egoísta que insiste em ficar, estou tentando, não é fácil, mas estou tentando!
Uma dúvida que me veio ao revisar estes escritos: será que a CEF (vide primeiro parágrafo) está sendo egoísta monopolizando os jogos de apostas?
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